O que se passa na sua cabeça? Não ousaria dizer CORAÇÃO, porque não sei se tenho um pedaço - ainda que minúsculo - dele.
Você fala comigo todos os dias, mesmo quando eu não te procuro e até quando estou chata. Fala pra onde - e com quem vai - sair. Me manda fotos de onde está, seja numa praia - quando está sozinho - seja numa festa cheia de gente. Enche meu telefone com pedaços de música que está ouvindo enquanto dirige. Me manda mensagens quando bebe. Ainda pede pra me ver, mesmo quando eu sumo sem dar explicações. Não cansa de repetir a palavra SAUDADE pra dizer que sente a minha falta. Decora a última vez que acessei o bate-papo. Me deixa mensagens assim que acorda. Está sempre disponível pra me encontrar, não importa a hora do dia... A última vez que te vi foi cheia de abraços, olhares profundos e um silêncio forçado de quem queria falar algo, mas não falou.
Se isso tudo partisse de mim, provavelmente eu saberia muito bem o que estaria sentindo e o que tudo isso significaria. Mas vindo de você, não dá pra saber. O que você quer? Por que não fala o que vem à cabeça? Chega de joguinhos, de desconfianças, de medos. Somos bem crescidinhos pra conversar abertamente sobre tudo isso e corremos riscos demais pra ter receio de esclarecer tudo o que precisa ser esclarecido.
Deixamos isso chegar muito longe e já não há como voltar atrás de uma maneira suave. É tudo ou nada; o fim ou a plenitude. Segura na minha mão, fecha os olhos, pula comigo!
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Definitivamente não foi um encontro entre duas pessoas, foi uma colisão de duas almas.
Em nenhum momento pareceu errado; o tempo todo pareceu que "era pra ter sido".
Como o destino consegue ser irônico... Mistura pessoas, mostra afinidades, proporciona momentos bons e facilita o surgimento de sentimentos bonitos, sabendo ele - desde o início - de que o caminho natural das nossas vidas não seria esse e que, muito provavelmente, deixaremos essa rota bonita pra trás, como uma lembrança com cheirinho de saudade e gosto de martini com vodka.
E agora, vez ou outra, eu me pego fazendo perguntas que não terão respostas.. E se nossos caminhos se cruzaram, se embaralharam, se bagunçaram para que nos encontrássemos?
E se você for pra mim?
Em nenhum momento pareceu errado; o tempo todo pareceu que "era pra ter sido".
Como o destino consegue ser irônico... Mistura pessoas, mostra afinidades, proporciona momentos bons e facilita o surgimento de sentimentos bonitos, sabendo ele - desde o início - de que o caminho natural das nossas vidas não seria esse e que, muito provavelmente, deixaremos essa rota bonita pra trás, como uma lembrança com cheirinho de saudade e gosto de martini com vodka.
E agora, vez ou outra, eu me pego fazendo perguntas que não terão respostas.. E se nossos caminhos se cruzaram, se embaralharam, se bagunçaram para que nos encontrássemos?
E se você for pra mim?
Saudade... Vontade de estar perto.
Minha alma - e todo o resto - fazendo força pra voltar pra onde acha que é o meu lugar: o seu peito, o seu colo, o seu abraço.
Você deixa um vazio quando se vai... E já começo a sentir a sua falta no momento da despedida...
Falo "Tenho que ir", quando a vontade é de dizer "Quero ficar".
Ficar angustiada pela sua ausência não me parece normal... E também não deve ser normal você querer estar ao meu lado em tantos momentos...
Vai ver, anormal é não estarmos juntos. Fora da normalidade é não nos entregarmos a algo tão forte e tão bom.
Minha alma - e todo o resto - fazendo força pra voltar pra onde acha que é o meu lugar: o seu peito, o seu colo, o seu abraço.
Você deixa um vazio quando se vai... E já começo a sentir a sua falta no momento da despedida...
Falo "Tenho que ir", quando a vontade é de dizer "Quero ficar".
Ficar angustiada pela sua ausência não me parece normal... E também não deve ser normal você querer estar ao meu lado em tantos momentos...
Vai ver, anormal é não estarmos juntos. Fora da normalidade é não nos entregarmos a algo tão forte e tão bom.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Somos feitos de opostos: você e eu.
A intimidade chega a ser exagerada. A cumplicidade... não existe.
Tudo é muito intenso e, ao mesmo tempo, frágil... Convivência que apega. Superficialidade que enfraquece.
Tem encaixe, sai faíscas, pega fogo. E só! Te abraço hoje. Amanhã não terei notícias suas.
Há dias em que nos tornamos um só e esquecemos o mundo lá fora. Há outros em que esquecemos um do outro e o que era fogo vira frio, vazio, um eco.
Não temos garantias, a não ser a de que vai acabar a qualquer momento e sem aviso... Vc ainda está aí?
A intimidade chega a ser exagerada. A cumplicidade... não existe.
Tudo é muito intenso e, ao mesmo tempo, frágil... Convivência que apega. Superficialidade que enfraquece.
Tem encaixe, sai faíscas, pega fogo. E só! Te abraço hoje. Amanhã não terei notícias suas.
Há dias em que nos tornamos um só e esquecemos o mundo lá fora. Há outros em que esquecemos um do outro e o que era fogo vira frio, vazio, um eco.
Não temos garantias, a não ser a de que vai acabar a qualquer momento e sem aviso... Vc ainda está aí?
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